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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Menina do Mar

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sábado, 17 de outubro de 2009

Novo Ano Lectivo

Olá a todos!
Cá estou, como tantos outros colegas, a circular por Portugal... Este ano lecciono na Escola E B 2,3 El-Rei D. Manuel I em Alcochete. A escola é de fácil acesso e com gente simpática e disponível para ajudar em tudo.

Lecciono aos alunos com dificuldades de aprendizagem, os alunos com necessidades educativas especiais. Vai ser um ano diferente e com muito trabalho à mistura, mas nada de medos!

Abraço o ensino de qualquer forma e lutarei sempre pelo bem estar de quem me rodeia.

Amigos e Companheiros, um beijo e até breve!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A Sexualidade na Adolescência - Projecto de Trabalho 8º Ano

Ora aqui estão boas dicas para vosso trabalho
acerca da sexualidade na adolescência.
Vejam em:
http://www.youtube.com/watch?v=g5sQHSxEOAg

Bons Trabalhos!
Maria Clara

Descobrir Portugal - Área de Projecto 8º Ano - Escola Secundária de Palmela


. Fundamentação teórica do projecto e das actividades propostas.

Este projecto pretende aferir acerca do conhecimento que os alunos têm das diferentes regiões de Portugal, das suas riquezas, potencialidades e história cultural. Assim, dividir-se-á Portugal em quatro grandes zonas: Norte, Centro, Sul e Ilhas. A cada turma será atribuída uma zona geográfica e esta dividida por distritos ou ilhas.
À Turma 8º C – Ilhas: Madeira; Porto Santo; São Miguel; Santa Maria; Graciosa; Terceira; São Jorge; Pico; Faial; Flores e Corvo.
À Turma 8º A – Norte: Diversos Distritos
À Turma 8º B – Centro: Diversos Distritos
À Turma 8º D – Sul: Diversos Distritos

Os trabalhos serão posteriormente apresentados e divulgados junto da comunidade educativa através de uma exposição temática no final do 2º Período, no espaço on-line, blogue de turma http://descobrirportugalespalmela.blogspot.com e no site oficial da escola, uma vez que se torna vital a orientação dos curricula das escolas se evidenciem na sociedade de informação. Pretende-se abrir a escola à comunidade educativa, torná-la conhecedora e participativa no processo de ensino/aprendizagem dos alunos. “Isto equivale a reconhecer que o sistema escolar não é um sistema fechado, mas sim um sistema aberto, que encontra equilíbrio na incessante procura de sentido no seu relacionamento com o ambiente em que se inscreve…se confunde e se contrasta.[1]”

Pretende-se, deste modo, compatibilizar os objectivos desta disciplina, que visam a “concepção, realização e avaliação de projectos através da articulação de saberes de diversas áreas curriculares em torno de temas de pesquisa ou de intervenção, de acordo com as necessidades e interesses dos alunos” com os objectivos da aprendizagem das Tecnologias da Informação e da Comunicação.

Por outro lado, existe a necessidade de estabelecer e implicar a comunidade escolar na construção de novas e melhores aprendizagens, facto que apenas irá reforçar o papel educativo e imprescindível da escola na formação dos alunos, seja pela via dos conhecimentos, seja pelo desenvolvimento da sua própria personalidade afectiva e emocional.
[1] António Dias de Figueiredo in “ Novos Media e Nova Aprendizagem”
A Arte das novas TERAPIAS

Encontram o melhor do mundo neste espaço: http://lin-terapias.blogspot.com/

Aprender a educar os sentimentos é uma grande tarefa.
Muitas vezes esquecemo-nos que os sentimentos são uma poderosa realidade humana e que – para o bem ou para o mal – são habitualmente aquilo que com mais força nos estimula ou nos reprime na nossa vida.

Umas vezes, pela confusa impressão de que os sentimentos são algo obscuro e misterioso, pouco racional, e quase alheio ao nosso controlo.
Outras, porque se confunde sentimento com sentimentalismo ou sensibilidade.
E sempre, porque a educação afectiva é uma tarefa difícil, que requer muito discernimento e muita constância (se bem que isto não deveria surpreender-nos, pois o que é valioso nunca foi fácil de alcançar). Alguém disse que…
Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade. E tem sido esta a minha tarefa, acrescentar um sorriso sincero a tudo que vejo e faço.

Agradeço-lhe a qualidade de vida que me proporcionou, física e mental, por ter encontrado em mim o que já eu própria havia esquecido. É importante ouvir o outro nas suas fraquezas, sentir os seus medos e anseios, mas acima de tudo, o que fica são os bons momentos de felicidade em conjunto, sejam eles de que forma forem, são sempre lembrados como autênticos e verdadeiros.
Continue assim… Boa sorte e tudo de bom. Até Sempre!

Maria Clara Fonseca

Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.
Madre Teresa de Calcutá

segunda-feira, 9 de junho de 2008

É urgente gritar ao coração dos alunos!


Vou contar-vos uma história...
A humanização dos professores

Esta é outra das estratégias que julgo pertinentes na educação pela emoção para chegar à razão. Através da humanização dos professores, tornamo-nos nós mesmos os contadores de “estórias” simples, de vida, da nossa vida, mas que desenvolvam a criatividade, estimulem a sabedoria e principalmente contribuam para educar a emoção no acto de apreender.

O exemplo conta-se em poucas palavras. Aluna retida no nível 7º ano por três vezes e a caminho da quarta. Estamos no final do ano e existe um inquietação, frustração e desinteresse no ar. A aluna pressente que está na iminência de deixar os colegas passar por si mais um ano lectivo. Sente-se desolada e só consigo mesma.

Neste panorama de referência e depois de implementar tantas estratégias de bons pensadores decidi contar uma história, esta especial, porque era a história da minha vida… A professora tinha-se humanizado. Mostrei-lhe a adolescente que a professora foi, com todos os seus medos, receios e anseios. Conheceu o seu percurso de vida, que envolveu perdas e problemas decorrentes de más escolhas e decisões incorrectas. À medida que a estória se desenrolava a aluna ia expondo o seu estado de espírito e chorou, chorou muito… mas conseguiu entender que para bem aprender temos de nos conhecer, formar objectivos de vida e segui-los.

Naqueles momentos de educação emocional senti a força e amplitude que o meu grito provocou no seu coração. O cérebro comandou a mudança de atitudes relativas ao seu comportamento em sala de aula, à sua motivação para o estudo e à sua relação consigo mesma, agora, mais forte e capaz de vencer as vicissitudes da vida. Transitou de ano sem níveis negativos…
É preciso gritar dentro do coração e contar estórias de vida suaves para não gritar ao ouvido.

Maria Clara Fonseca

segunda-feira, 14 de abril de 2008


Só passei para dar-vos um abraço...